Brasileira é encontrada morta no dia do Thanksgiving em Pompano Beach


Nadir Verissimo morava nos EUA há 21 anos e era natural de Entre Folhas, MG (foto: arquivo pessoal)

Nadir Veríssimo, 52, foi morta na noite da última quarta-feira (25), vésperas do Thanksgiving. O corpo foi encontrado pela roommate na casa em que elas moravam em Pompano Beach, na Flórida.

 A polícia foi acionada e chegou ao local por volta das 9:40 a.m., quando constatou a morte por estrangulamento.

Segundo o Broward Sheriff’s Office, o principal suspeito é Roberto Alves de Lira, 45, também brasileiro e lutador de jiu-jitsu.

 Ele foi preso em sua casa em Deerfield Beach e , segundo os relatos policiais, confessou o crime. Agora, irá responder por assassinato premeditado, tentativa de assassinato, invasão domiciliar, entre outros.

Os registros também mostram que ele foi colocado na situação de “immigrant hold” que indica que o preso ficará sob custódia do Immigration and Customs Enforcement (ICE).

Uma das amigas mais próximas de Nadir disse ao AcheiUSA que o crime foi motivado por Roberto não aceitar o fim do relacionamento com a roommate da vítima.  

Juliana ( nome fictício a pedido da fonte) também é irmã da ex de Roberto e disse que o casal chegou a morar junto no quarto alugado na casa. 

Ele foi expulso da residência após ter ameaçado de morte a então namorada . “Ele era muito possessivo” contou.

Ela relatou, ainda, que no dia do crime o homem se escondeu dentro da casa e esperou a vítima ficar sozinha. “Aparentemente ele a asfixiou com um mata-leão”, falou.  

Após concluir o crime, ele deitou o corpo na cama como se estivesse dormindo e fechou a porta do quarto. Ela só foi encontrada no dia seguinte, dia de Thanksgiving .

Ele também teria tentado matar a ex-namorada, mas ela conseguiu escapar.  “Eles namoraram 3,5 e ele mesmo a tinha ensinado a usar o jiu-jitsu para se defender no passado”, disse.  Além disso, a roommate de Nadir o teria convencido com palavras a deixá-la viva. 

Nadir era natural de Entre Folhas (MG) e morava nos EUA há 21 anos. Ela era funcionária do banco Chase e não tinha familiares no país.

“Ela era a pessoas mais maravilhosa que eu conheci, tínhamos dez anos de amizade, ela era doce, todos no banco a amavam, não sei como ele pôde fazer isso ” desabafou a amiga.

Uma conta no site de arrecadações online Gofundme foi aberta para ajudar nas despesas funerárias. Ela havia manifestado desejo de doar os órgãos e, após a doação ser cremada.

Até a noite deste domingo (29), a campanha havia arrecadado $1,616 de uma meta de $10 mil. Para fazer uma doação clique aqui  


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